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NIILISMO E GLOBALIZAÇÃO

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Globalização – Niilismo reativo na pós modernidade             Ari Monteiro* [1] Resumo: Usando como recorte o niilismo nietzschiano, em particular o niilismo reativo, a reflexão da globalização, a mudança do espaço de decisões para uma esfera inatingível para o individuo, logo o desprezo do corpo e a supressão do binômio espaço/tempo como meio de dominação. Em foco a globalização segundo Zigmunt Bauman e Milton Santos. Palavras Chave : Globalização,Niilismo,Nietzsche,Nilton Santos, Zigmunt Bauman. Introdução   O niilismo, colocado por Nietzsche como um  hospede inquietante que nos acompanha há tempos, está incrustado em todos os aposentos da pós modernidade, e assim visto, sua superação  - necessária para o advento do  novo homem, com valores novos, não decadentes e livres do legado do cristianismo – pois o niilismo passivo (reativo) aceita os  valores de maneira a deixar s...

NIILISMO

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 HERMENÊUTICA E  NIILISMO: CAMINHOS DA PÓS-MODERNIDADE? Ari E.P. Monteiro* [1] Resumo:   Essa reflexão traz pelos menos três conceitos, que por motivos de extensão, serão tratados por uma superficialidade perigosa, dada a importância dos mesmos para a filosofia, não por isso serão relegados ou alienados mas colocados de acordo com as características do artigo. São de conceitos como Hermenêutica, Niilismo e Pós-Modernidade,  o nosso artigo. Palavras Chaves : Hermenêutica; Modernidade; Niilismo; Pensamento. Introdução   Pós-moderno   seria compreender segundo o paradoxo do futuro   (pós)   anterior   (modo). (J F LYOTARD). [2]             A pós-modernidade cunhada por Lyotard no final da década de 1970 traz em si, e não responde só por ela, reflexão que abre uma clareira para outros pensadores como Zygmunt Balman com a Modernidad...

A FILOSOFIA DE HEGEL É UMA REPETIÇÃO INTERMINÁVEL DA JUSTIFICAÇÃO.

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Vitor Lacerda [1] Quando a natureza nega o “logos” no movimento dialético, implicitamente  entende-se que nenhuma definição teórica é absoluta (grande novidade!). O que é absoluto é o movimento da dialética entre o logos, a natureza e o espírito. Ela se movimenta  incessantemente numa dinâmica que põe a realidade. Em suma, a filosofia de Hegel é apenas uma filosofia de Justificação,  que não identifica nada e nem define nada. Observemos neste trecho como a filosofia  de Hegel só se remete ao gênero: Tomado em si, o finito tem existência puramente ideal ou abstrata, no sentido que não existe por si só, contra o infinito ou fora dele- e isso, diz Hegel, “constitui a proposição principal de toda filosofia”. O espírito infinito hegeliano é, então, como o círculo, no qual princípio e fim coincidem de modo dinâmico, ou seja, como movimento espiral no qual o particular é sempre posto e sempre resumido dinamicamente no universal; o ser é sempre resumi...